Elia Cruz pede que população acompanhe cobranças na tribuna e reforça pedido urgente de limpeza e melhorias no entorno do Hospital São José do Avaí
Durante discurso na Câmara de Itaperuna, a vereadora Elia Cruz deixou claro que levar os problemas à tribuna é uma forma de mostrar à população que o mandato está trabalhando e cobrando, mesmo sem ter o poder de execução.
“A população tem que vir aqui na tribuna ver que a gente está trabalhando. A gente não deixa de fazer o pedido, não deixa de atender a comunidade que procura a gente”, afirmou.
Elia explicou que, apesar das cobranças constantes, os vereadores não têm o poder da ‘caneta’, que está nas mãos do Executivo. “Infelizmente, a gente não tem a caneta igual o prefeito. Quem tem ordem para fazer isso é o prefeito”, disse.
A vereadora voltou a cobrar um mutirão de limpeza na Vinhosa, lembrando que a região conta com três vereadores e um prefeito, mas, mesmo assim, os pedidos seguem sem resposta. Segundo ela, o desgaste é coletivo. “A Vivi já cansou de pedir, o Wellinton já cansou de pedir, eu também cansei de pedir e não consigo ser atendida. Mesmo assim, deixo aqui de novo esse pedido”, reforçou.
Outro ponto que ganhou destaque no pronunciamento foi a situação crítica da entrada do Hospital São José do Avaí. Elia relatou que presenciou uma cena preocupante: um motoqueiro escorregou em um monte de areia próximo ao hospital. “Aquilo estava horroroso, uma vergonha”, afirmou.
A parlamentar contou ainda que chegou a enviar mensagem ao prefeito, alertando sobre o problema, já que a área fica próxima ao ponto de taxistas. “É poeira pra todo lado, muito buraco. A entrada do hospital está vergonhosa de ver, tanto pela frente quanto pelos fundos”, disse.
Diante da dificuldade de conclusão da obra definitiva, Elia Cruz pediu ao menos uma ação emergencial imediata. “Se não podem calçar agora, pelo menos nivelar a rua com uma máquina, passar de manhã e à tarde pra minimizar a situação”, sugeriu.
Ela também demonstrou preocupação com o andamento da obra. “Pelo que eu entendi, muita coisa rolou no meio do caminho e não está sendo cumprido. Pelo jeito, não vai conseguir terminar”, avaliou.
Ao final, Elia fez um apelo direto à Secretaria responsável, pedindo urgência e revisão da situação. “Não deixem de rever isso. A situação do hospital está em calamidade”, concluiu.
