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O Povo Contra o Povo: Uma Reflexão Necessária para Itaperuna

Itaperuna 04 de janeiro de 2024

Enquanto o pensamento arcaico e divisório continuar prevalecendo em nossa cidade, será impossível avançar na política e, principalmente, na construção de um município mais justo e equilibrado.

A luta pelo bem comum não deve ser transformada em uma guerra entre os próprios cidadãos. Precisamos entender que a crítica, quando feita com seriedade e propósito, é essencial para o progresso – ela deve ser encarada como um meio de construir, não destruir.

Como munícipes, somos os maiores fiscalizadores do que acontece em nossa cidade. Temos o dever de apontar os erros e exigir melhorias, mas isso deve ser feito com responsabilidade e com o foco na construção de um novo modelo de gestão pública. A política não é, e nunca será, um espaço de perfeição, mas a pressão e vigilância popular podem moldá-la em benefício da coletividade.

Além disso, é fundamental observarmos a atuação daqueles que elegemos como fiscalizadores oficiais: os vereadores. Infelizmente, muitos – se não a maioria – acabam cedendo a acordos políticos que beneficiam interesses individuais ou do grupo do prefeito, deixando de lado as reais necessidades da população. O papel do vereador é defender o povo, e quando ele falha nisso, o prejuízo é de todos.

É hora de acordar! É hora de cobrar e não aceitar desculpas prontas. Como cidadãos, devemos exigir não apenas dos gestores públicos, mas também de nós mesmos, um compromisso verdadeiro com a transformação de Itaperuna. É possível construir uma nova história para a nossa cidade, mas isso exige união, consciência política e, acima de tudo, ação. A mudança começa por cada um de nós.

O PREÇO DA LIBERDADE É A ETERNA VIGILÂNCIA

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